O
que é exatamente soldar
por alta freqüência
e que diferença há entre
soldagem convencional e soldagem
por alta freqüência?
As montadoras
exigem cada vez mais potência e energia
dos equipamentos de soldagem
por alta freqüência.
Potência =
V x A
Energia =
V x A x t
Vamos imaginar
que até o
ano 2000, para as soldagens
a ponto tínhamos a necessidade
de corrente para solda entre
4.000-6.000 A e a área
de fusão do ponto de
solda (lentilha de solda) era
de apenas 4 mm de diâmetro.
Hoje, as
montadoras têm
uma demanda de 6.500 a 9.000
A com área de fusão
do ponto de solda (lentilha
de solda) de 8,5 mm de diâmetro
ou mais em alguns casos. Como
houve um desenvolvimento acelerado,
as maioria das oficinas de
carroceria não acompanharam
essa mudança.
É necessário
para os oficinas de carroceria
elevar a capacidade dos equipamentos
de solda de 50 até 70%.
Todos os
equipamentos de solda a ponto
do mercado usam transformador
como fonte de potência.
O transformador
converte o suprimento de
força
do condutor em uma escala adequada
(alta corrente e baixa voltagem)
para a resistência do
processo de soldagem.
Alguns equipamentos
de solda a ponto usam corrente
alternada (AC)
ou corrente contínua
(DC) como fluxo da corrente
de solda, que ultrapassa a
superfície.
A corrente
contínua
apresenta uma vantagem em relação à corrente
alternada convencional: adequar
a corrente unidirecional e
contínua, que requer
menos força (fuso mais
baixo) do condutor de energia
para produzir a mesma área
de fusão do ponto de
solda (lentilha de solda).
Os
equipamentos de solda a ponto
convencionais trabalham com
50-60 Hz no transformador.
Essa freqüência é a
mesma do sistema normal de
alimentação de
força.
Em comparação,
a tecnologia de soldagem por
alta freqüência usa
componentes eletrônicos
para gerar alta freqüência
no transformador, possibilitando
controle permanente do processo
de soldagem e traz benefícios
como peso reduzido, facilitando
manejo do equipamento.
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